SPE PROJETA CRESCIMENTO DO PIB EM 2021, MAS A SITUAÇÃO DA EDUCAÇÃO AINDA É PREOCUPANTE

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SPE PROJETA CRESCIMENTO DO PIB EM 2021, MAS A SITUAÇÃO DA EDUCAÇÃO AINDA É PREOCUPANTE


Após registrar queda no ano passado, o PIB brasileiro voltará a crescer, segundo a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia (SPE). Em 18 de março, a SPE divulgou a 9ª edição do Boletim Macrofiscal. O intuito do boletim é apresentar projeções de algumas das principais variáveis macroeconômicas, como por exemplo, os efeitos da Educação sobre o PIB.

Em agosto do ano passado, o Ministério da Educação e Cultura (MEC), estimou que em 2021, teríamos um corte de R$ 4,2 bilhões na educação com gastos não obrigatórios, mais conhecido como despesas discricionárias, reduzindo 18,2% em relação ao ano passado, o que preocupa os profissionais da educação, já que essa redução não aconteceu somente por conta da crise econômica gerada pela pandemia.

Vale ressaltar que já não é segredo para mais ninguém que investir em qualidade de ensino é a melhor saída para os países que desejam ter um desenvolvimento econômico, tecnológico e cientifico significativo. Enquanto o Brasil investe somente 4,7% do seu PIB na educação, países como a Finlândia investe 50%, ou seja, para cada aluno brasileiro, são investidos 3 mil dólares (ano), já os alunos finlandeses recebem cerca de 10 mil dólares (ano).  Acesse o link: https://www.gov.br/economia/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/boletins/boletim-macrofiscal/2021/boletim-macrofiscal-marco-2021.pdf/view para ler na íntegra a 9ª edição do Boletim Macrofiscal da SPE do Ministério da Economia.

Depois de um ano da pandemia da Covid-19, professores e estudantes ainda enfrentam muitos desafios para que o processo de ensino e aprendizagem não seja tão prejudicado. Para que os alunos do IESLA mantenham a sua formação acadêmica em ordem, as aulas seguem normalmente de forma online.  De acordo com a reitora do Grupo IESLA-ESJUS, Dra. Sara Bernardes, os alunos continuam tendo acesso a conteúdos de altíssima qualidade. “Nossos professores foram orientados a apresentar formatos de aulas intuitivas e um olhar para a aprendizagem colaborativa”, enfatizou.

Em recente reportagem no Fantástico, em 21/03, um jovem de 15 anos sobe no alto de uma árvore para melhorar o sinal da internet e assistir aulas. São exemplos como esses que os estudantes, em tempo de pandemia, devem se espelhar e buscar um futuro melhor. Afinal, a educação transforma vidas.